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Entrevista a José Jambas

José Jambas, nasceu em Castelo Melhor (Vila Nova de Foz Côa) em 1975, onde viveu até aos 18 anos. Optou depois por continuar a viver no interior do país contrariando o êxodo rural, e fixando-se numa das zonas mais despovoadas do país.

Desde essa altura que desenvolveu diversos estudos e projetos de conservação da natureza, contribuindo de forma importante para a conservação de espécies ameaçadas, como a águia de Bonelli, a águia-real e o abutre do Egito, e para a valorização de espaços de elevada importância para a biodiversidade que mais tarde vieram a ser classificados como Parque Natural do Douro Internacional

Durante o seu percurso profissional trabalhou em diferentes regiões da Península Ibérica no âmbito de importantes projetos de conservação de águia-imperial-ibérica, abutre-preto, lince-ibérico, lobo-ibérico e galo-montês, entre outras.

Especializou-se em captura, marcação e seguimento por satélite de fauna ibérica.

Relativamente à fotografia e ao vídeo, o conhecimento adquirido na conservação da natureza e de espécies protegidas/ameaçadas permitiu que, através da empresa Oriolus Ambiente e Ecoturismo, colaborasse em vários documentários e revistas de vida silvestre como consultor ou como operador de câmara.

Destacam-se alguns documentários como “Montado, o Bosque do lince ibérico”, de Wanda Vision/ Ukbar Filmes, “The Wolf and Bonelli´s Eagle in Northern of Portugal” de Razorbill Films/NHK; “Parque Natural do Douro Internacional” de Arte TV.

Tem-se dedicado igualmente à fotografia da natureza, tendo publicado algumas das suas imagens em revistas nacionais e estrangeiras, destacando-se o The New York Times, Quercus España, Noticias Magazine, Fugas.

 
 
 

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