António L. Campos

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Sinopse

Sinopse
Ao longo de duas décadas e dezenas de viagens António Luís Campos fotografou as 9 ilhas dos Açores, numa jornada visual que espelha a evolução da carreira do fotojornalista da National Geographic. Com a natureza sempre presente, as paisagens infinitas entre o verde e o azul, este corpo de trabalho culminou no projecto documental Crónicas da Atlântida, retrato fotográfico da vivência quotidiana das ilhas. Publicado inicialmente em Português, o livro é agora reeditado em formato bilíngue.

Biografia

A fotografia entrou no seu mundo muito novo pela mão do pai. Mas só mais tarde, aos 20 anos, pegaria nas máquinas fotográficas existentes em casa, ferramentas materializadoras do deslumbramento sentido pela Natureza, tema quase exclusivo durante os anos iniciais, coincidentes com o período em que se estabeleceu enquanto colaborador de ONGs ambientais em Espanha e mais tarde na Polónia. Regressado a Portugal ingressa no ramo das energias renováveis enquanto engenheiro electrotécnico, tendo iniciado simultaneamente em 2003 uma colaboração regular que se mantém até ao presente com a National Geographic Portugal e de que resultou quase uma centena de artigos incluindo colaborações, com as edições portuguesa, polaca, húngara, brasileira e norte-americana. Progressivamente foi alargando o espectro de actuação, acabando por seguir um trilho em que o fotojornalismo se impôs, aglutinando a paixão naturalista ao método jornalístico, o que culminou no afastamento definitivo da sua área de formação académica. Assina cinco livros: Metamorfose (2009) um álbum fotográfico sobre as borboletas do rio Mondego, À Beira da Água (2010) retrato da região Centro, Geografia da Esperança (2011) focado nos recursos endógenos da Região Centro, Sobre|Viver (2015) relato de viagem através da Amazónia boliviana e Crónicas da Atlântida (2018) uma jornada pelo quotidiano das ilhas dos Açores. Publica ainda regularmente em jornais e revistas nacionais e internacionais. Criou diversas exposições e instalações em nome próprio em diferentes países europeus, das quais se destacam Pensam que é por milagre…, Borboletas do Mondego, Selvagens Vidas Lusas e Uma Década com a National Geographic. Em 2006 integraria a agência fotográfica 4SEE Photo que distribui o seu trabalho a nível internacional e no ano seguinte era premiado no concurso Fotojornalismo BES-Visão. É presentemente líder de viagens da agência de viagem-aventura Nomad.pt e formador da Academia Outdoor Nomad. Divide ainda o seu tempo entre uma intensa actividade formativa na área da fotografia, trabalhos corporativos com entidades privadas e instituições estatais e o desenvolvimento de projectos fotojornalísticos e documentais.